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Presidente Nacional do PP Mulher, Conceição Sampaio, lamenta morte de vereadora carioca

Publicado em:16/03/2018

 Em suas redes sociais, a deputada federal Conceição Sampaio, que é presidente nacional do Movimento Mulheres Progressistas e titular na Comissão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMulher), lamentou as mortes da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e seu motorista Anderson Gomes, assassinados na noite de quarta-feira, 14, na região central do Rio de Janeiro.

“Quero não só lamentar, mas apresentar também toda a minha indignação, porque a cada dia nós estamos vivendo uma violência que não tem mais fim. Então, hoje, o país inteiro amanheceu sobressaltado com mais esse caso que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, levando à morte duas pessoas, a vereadora da cidade do Rio, Marielle Franco, e mais o motorista Anderson Pedro Gomes e por pouco também não destruiu a vida da sua assessora”, declarou.

A parlamentar continuou dizendo que, diante dessa crueldade, é preciso recontar a história do Brasil. “O País, hoje, infelizmente, está tomado por cenas de violência. As pessoas hoje não têm mais a tranquilidade de poder sair de suas casas e a gente sabe que a repercussão, certamente, é grande porque envolveu uma parlamentar. Nós temos que acabar a violência de um modo geral, porque todos os dias pais de família, mães de família acabam também tendo suas vidas destruídas. Nós precisamos mudar essa realidade, que é uma realidade que acaba envergonhando o Estado brasileiro, pois o país precisa ser maior do que essa violência (...)”, concluiu.

Conceição Sampaio acrescenta que o enfrentamento da violência no país combate-se com políticas sociais e com educação, além dos investimentos em segurança pública e, mais uma vez, ela reitera que a vereadora e todas as outras pessoas que foram vítimas da violência no país sejam honradas na continuidade desta luta.

“Eu torço muito para que o Brasil possa viver um estado de normalidade e espero que nós possamos em unidade recontar a nossa história, criando uma nova cultura de paz, fazendo com que de fato o país se torne maior do que a violência e que as pessoas tenham um direito de ir e vir, não só porque a Constituição determinou, mas que possamos encontrar ainda estado de normalidade no Estado brasileiro. Então, é um dia muito triste para o nosso país por ver a vida de duas pessoas sendo destruídas, mas a gente também compartilha com tantos outros pais e mães de famílias que são pessoas do anonimato e que também passam pela mesma dor”, finalizou.


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