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"Mais Médicos", o ano crucial

Publicado em:13/12/2016

  Ricardo Barros


A presença de um médico em local próximo e acessível é, e sempre foi, uma das principais reivindicações da nossa população. Quando se trata de regiões mais distantes, afastadas dos grandes centros, a ausência do médico é motivo de insegurança e sofrimento porque nas questões de saúde, o atendimento correto, profissional e de qualidade é a diferença entre a vida e a morte, entre uma sequela grave e o pronto restabelecimento.

Essa demanda permanente da população e a avaliação positiva, tanto da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), como de mais de 4 mil prefeitos e dos milhares de brasileiros atendidos, nos levaram a garantir a continuidade do programa “Mais Médicos” . Em 2016, ano crucial para o Programa, em que temos que manter e substituir os profissionais, o Ministério da Saúde já obteve o aval do governo Michel Temer para seguir em frente, com novos investimentos, atrair mais brasileiros e investir na formação e especialização da saúde básica nas regiões mais necessitadas do País.

Em setembro 3,5 mil médicos, equivalente à metade do Programa, terão seus contratos de trabalho vencidos. A garantia da permanência está na Medida Provisória que trouxe a possibilidade de prorrogar a permanência dos médicos brasileiros ou estrangeiros formados no exterior que queiram permanecer. E, ressalte-se, foi proposta ao governo federal pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e pela Associação Brasileira de Municípios (ABM) e pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Mesmo assim, muitos médicos ficarão, outros voltarão para seus países de origem, e para não interromper o atendimento à saúde básica, a prioridade absoluta do Programa, já estamos com o edital em andamento para preenchimento imediato de cerca de 1.300 vagas.

Temos como objetivo, nessas novas chamadas, aumentar a participação de médicos brasileiros e, como é característica do Programa, somente as vagas remanescentes, serão preenchidas por profissionais formados fora do Brasil.

A médio prazo, vamos investir na expansão e reestruturação da formação médica brasileira que preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica para formação de especialistas com o foco na valorização da Atenção Básica e outras áreas essenciais para o SUS. Destas, já foram autorizadas 5.849 vagas de graduação e 7.782 vagas de residência.

Hoje, o Programa conta com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas. Somando com os residentes em Medicina de Família e Comunidade, esse número chega a 65 milhões de brasileiros beneficiados.


São números que mostram o alcance do “Mais Médicos” e a preocupação do Governo Federal em garantir ,cada vez mais, que o atendimento à saúde no Brasil tenha eficiência, rapidez e qualidade. E que, acima de tudo, dê segurança à todas as famílias que passam por momentos de necessidade. Nessas horas, de incerteza e apreensão só a presença de um médico habilitado e competente pode trazer tranquilidade e esperança.


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