CONHEÇA A HISTÓRIA DO
PARTIDO PROGRESSISTA


O PP Hoje

O Partido Progressista tem história. Suas raízes mais distantes estão no PSD e nas bases construídas pela Arena e pelo PDS em todo o Brasil. Em cada estado, em cada cidade brasileira existe um núcleo social e político que, sob diversas legendas, representa o vasto contingente de eleitores de centro e conservadores que compõe a maioria da opinião pública brasileira. Vicissitudes e crises afetaram todas as legendas partidárias no Brasil. Muitas não passam hoje de uma sombra. Não é o caso do Partido Progressista. Suas bases sociais continuam vivas e ativas, prontas para crescer sob o comando de novos líderes.

Hoje, de acordo com dados do TSE, 11,5 milhões de brasileiros são filiados a partidos políticos, o que corresponde a menos de 10% do total de eleitores habilitados. Esse número, apesar de mostrar o baixo engajamento político dos brasileiros, também delimita com muita clareza a capacidade de atração exercida pelos partidos e a qualidade dos trabalhos realizados por suas bases. O Partido Progressista, de acordo com esse indicador, aparece na segunda colocação nacional. Dos 11,5 milhões de eleitores filiados a partidos políticos, 11% ou 1,26 milhão integram a lista de progressistas.

A conjugação entre esse amplo leque de filiados e as bases ativas do partido certamente tem contribuído para o bom desempenho eleitoral do PP. No plano municipal, o trabalho minucioso e coordenado dos 27 diretórios estaduais permitiu a eleição de 553 prefeitos em 2004. O resultado manteve o partido entre as quatro maiores agremiações políticas do país nesse plano da organização federal. Ainda no pleito de 2004, o Partido elegeu 4.276 vereadores, um número que coloca o PP mais uma vez entre os quatro maiores partidos do Brasil.
Prefeitos e vereadores são o fundamento das demais campanhas para a eleição do Poder Legislativo estadual e federal. Apesar da competitividade crescente da política brasileira, o PP segue firme em sua posição.

Não é difícil entender esse resultado: eficiência em campanhas e qualidade das lideranças. Em 2004, o Partido Progressista registrou menos candidatos que as grandes legendas, mas teve o terceiro melhor aproveitamento final, elegendo 43,8% dos seus candidatos. A boa relação eleito/candidato obtida pelo partido em 2004 reflete a alta capacidade de ação e a eficiência das bases nos trabalhos de campanha.

Com esse bom desempenho no âmbito local, o PP pavimentou o caminho para as eleições nacionais de 2006. Nesse plano, como tem sido regra durante toda a nova República, os progressistas continuam a colher os frutos de seu comprometimento regional e da vasta rede social mantida por suas lideranças. Enquanto muitas legendas viram sua existência ameaçada pela regra da cláusula de barreira, o PP teve novamente seu esforço recompensado, passando ao largo das questões que consternaram os pequenos e médios partidos no último pleito.

Nas eleições para a Câmara dos Deputados, o partido elegeu 41 representantes em 2006, firmando-se definitivamente como uma grande força no Congresso brasileiro. Foram mais de 6,5 milhões de votos espalhados por todas as unidades da federação, que fizeram do Partido Progressista uma das maiores instituições político-representativas do país.